O DISCO INGLÊS DE 1981



Lado A
  1. Honestly (Falando Sério) *
(Maurício Duboc – Carlos Colla – versão: Sue Sheridan)
  1. At Peace in Your Smile (Na Paz Do Seu Sorriso) **
(Roberto Carlos  - Erasmo Carlos – versão: Sue Sheridan)
  1. Loneliness (Paul Williams – Ken Ascher) **
  2. Sail Away (Billy Falcon) *
  3. Niagara (Marvin Hamilsch – Carole Bayer Sager – Bruce Roberts) **

Lado B
  1. Buttons On Your Blouse (Os Seus Botões) **
(Roberto carlos – Erasmo Carlos – versão: Julie Saires)
  1. Breakfast (Café da Manhã) ***
(Roberto Carlos – Erasmo Carlos – versão: Sue Sheridan)
  1. Come To Me Tonight  (Gary Portonoy – Sue Sheridan) *
  2. You Will Remember Me (Detalhes) ***
(Roberto carlos – Erasmo Carlos – versão: Sue Sheridan)
  1. It´s Me Again (Doug McCormick – Dennis Smith) ***

Arranjos: * Tom Saviano
                 ** Bill Meyers
                 *** Eddie Karam

No ano de 1981 fomos brindados com um disco no meio do ano. Roberto sempre lançou, até onde sei, discos no final do ano. Propositalmente ou não, o artista ou banda que lança seus trabalhos no final ou nas proximidades do final do ano acaba pegando o gancho das vendas de natal. E quando o assunto é Roberto Carlos, o resultado é (acertar em cheio) no presente.
Pois bem, não lembro como esse disco chegou em casa. Mas foi e é até hoje ouvido exaustivamente.
Primeiramente, novos ares, novo time de arranjadores, nova sonoridade, nova abordagem musical, esse foi um presente e tanto para seus fãs.

Pasmem, o disco em inglês hoje em dia é desconhecido de muita gente. Na época, como tinha apenas 6 anos, não me lembro se vendeu, se não vendeu bem, se tocou ou não tocou nas rádios, mas uma coisa ficaria em minha memória. Hoje com o advento da internet, ficou extremamente fácil achar vídeos de 20, 30, até 50 anos atrás. Mas foi extremamente difícil achar um vídeo até a exposição RC 50 Anos de Carreira na Oca do Ibirapuera. Que eu me lembrasse, existia um clipe com uma música desse disco. Em julho de 1981 o Fantástico veiculou o clipe Sail Away.

O disco é composto de dez músicas sendo cinco versões para grandes sucessos de Roberto com letra de Roberto e Erasmo e cinco canções inéditas compostas especialmente para o disco. O layout da capa é simples, diferentemente da capa modelo álbum que mantia um padrão desde 75, com rara exceção em 1977, e um encarte nas cores azul e branco em um papel mais sofisticado do que os papéis convencionais de gramatura 0,75.

1. “Honestly “ O lado A abre com uma versão para “Falando Sério”. Logo na primeira música já percebe que a sonoridade do disco está diferente. Todas as músicas versionadas para o inglês receberam uma releitura de arranjos, não foram usadas as mesmas másteres onde seria necessário apenas adicionar o vocal. O trabalho foi completo.

2. “Na Paz do Seu Sorriso” virou “At Peace in Your Smile”. Canção executada com um pouco mais de felling que na gravação original de 1979. Essa canção tem uma variável onde na hora em que começa o solo a música muda de tom, porém quando Roberto volta, a canção volta para o tom do início.

3. “Loneliness” a primeira música inédita do disco é o tema em que Roberto tanto já cantou: Solidão. Mas a solidão aqui vem acompanhada de uma “proposta”
“...Nós temos desgastado pela noite fora, e agora está quase pronto
Se você pudesse ficar, um pouco do café da manhã pode ser divertido
É muito trabalho para um
E embora seja apenas um palpite simples
Nós estamos mais fortes agora...”

4. “Sail Away”. “Velejar” bem o estilo do Roberto e uma canção que diz coisas que ele acredita. Ele já disse muito isso em entrevistas: Só canta aquilo que realmente acredita. O cenário é o mar, o barco, uma pequena cidade na Itália, café do lado do fogo, “...caminhar com você abaixo uma estrada Cobblestone...”, ver as coisas bonitas que nós nunca conhecemos... há um romantismo no último grau da palavra nessa canção. Porém além de ser uma das cançõe que eu mais gosto, fui conferir o que era uma estrada Cobbestone. São aquelas ruas, estradas com paralelepípedos, ou pedras que não tem exatamente um formato retangular.

5. “Niagara” seriam as cataratas do Niagara, que o Pica Pau insiste até hoje em descer em um barril? Niagara é um lugar fascinante, romântico, um espaço e tanto para os apaixonados. Vide o filme da Marilyn Monroe, Niagara de 1953, no Brasil “Torrentes da Paixão”. O clima do filme é bem esse. Porém na letra da canção a situação está voltada para retomar a paixão de antigamente. 

 Foto provavelmente da mesma sessão de fotos para a capa e contra capa do disco, essa foto foi extraída da Revista Programa do show Emoções.


Lado B
1. “Buttons On Your Blouse” versão para “Os Seus Botões” de 1976. Uma revelação aqui na versão em inglês. A blusa era branca. Roberto canta “The buttons on the white blouse…” blusa branca. A história é a mesma contada no ano de 1976. Porém aqui não é usado tanto reverb na voz de Roberto como nos anos 70.

2. “Breakfast”  (Café da Manhã) a canção nesse disco em inglês saiu um pouco mais simples do que na gravação original onde nota-se nitidamente um efeito phaser na guitarra, efeitos, porém aqui a cozinha da música (baixo e bateria) está um pouco mais definido do que no arranjo de 1978 com arranjo de Jimmy Wisner.

3. “Come To Me Tonight” “Venha para Mim Essa Noite”. Talvez a música mais agitada do disco. Não na mesma levada, mas lembra um poucos algumas outras belas canções agitadas que Roberto lançaria no seu disco no final de 1981: “Ele Está Pra Chegar” e “Quando o Sol Nascer”. Segundo o amigo Everaldo Farias, Roberto interpretou essa música no Globo de Ouro. Com certeza existe o vídeo por aí, mas está nas mãos dos nossos maravilhosos amigos colecionadores. Efusivo abraço. Mas um dia aparece esse vídeo, eu tenho “Fé”.

4. “You Will Remember Me” (Detalhes) ganhou um solo de sax, uma subida de tom no último verso, ao mesmo tempo perdeu as expressões “... o ronco barulhento do seu carro”, “a velha calça desbotada ou algo assim”. Música que manteve o clima que embalou o namoro de muita gente.

5. “It´s Me Again” o disco inglês de Roberto fecha com uma inédita composta especialmente para o disco. “Letters in the fireplace...” cartas na lareira, ele está em algum lugar em Dezembro, sozinho desde maio, porém consciente que se encontrasse a (musa) diria que “It´s Me Again” , “Sou eu de novo, para dizer que nunca mais quero falar com você, depois de tudo que me fez passar”, bem ao estilo “Do Fundo do Meu Coração”.

O disco não fica devendo nada para os lançamentos internacionais por volta de 1980 até 1983. Entre os músicos participantes no baixo está o Abe Laboriel no baixo, pai do baterista Abe Laboriel Jr. Baterista da atual banda de Paul McCartney. Porém não consigo identificar em quais faixas Abe toca. Na percussão Paulinho da Costa.
Para terminar, um vídeo que foi veiculado pelo Fantástico em julho de 1981. O clipe de “Sail Away”.
Revendo meus guardados, mais precisamente na Revista Programa do show Emoções, há uma foto onde tudo indica que é da mesma sessão de fotos da capa e contra capa.

Produzido por Nick de Caro para Entertainment Company
Gravado no estúdio Crimson Sound, Santa Monica, California.

Cordas gravadas em Western Recording Studio, Studio One, Hollywood, California.

Fotos Frederico Mendes

Sail away Fantástico


 

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O DISCO AO VIVO DE 1988









Lado A

  1. Abertura (instrumental)
  2. Proposta (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
  3. Emoções (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
  4. Lobo Mau /  Eu sou Terrível / Amante à Moda Antiga (Ernest Mareska – Hamilton di Giorgio / Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
  5. Canzone Per Te (Sergio Endrigo / Sergio Bartotti)
  6. Outra Vez (Isolda)


Lado B
1.    Seu Corpo / Café da Manhã / Os Seus Botões / Falando Sério / O Côncavo e o Convexo /  Eu e Ela (Roberto Carlos – Erasmo Carlos / Maurício Duboc – Carlos Colla / Mauro Motta - Róbson Jorge – Lincoln Olivetti)
2.    Detalhes (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
3.    Imagine (John Lennon) *
4.    Ele Está Para Chegar (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)



Acredito que não era somente eu, na época desse disco, que queria ouvir em disco o Roberto Carlos no palco. Algumas vezes cheguei a gravar da TV com um gravador modelo tijolão alguns especiais. Além disso era capaz de dizer para todo mundo na sala ficar quieto.
Nesse disco é possível ouvir a diferença entre Roberto Carlos no estúdio e no palco. Quando um disco é gravado em estúdio, vários takes (tomadas ou vezes) é preciso para que uma música possa ser considerada finalizada. Desde a fase de captação de áudio de cada instrumento, até a regulagem, timbre (graves, médios, agudos e efeitos) até o volume ajustado em cada parte da música, tudo isso é um processo muito demorado. Gravar um disco não é tão simples assim. Roberto é perfeccionista como sabemos. No palco, a atenção é maior ainda, pois, diferente da gravação de um disco, no show não se pára uma música e volta. Mas quando a banda é o RC 9 conduzida pelo Eduardo Lages, é tudo perfeito. A dinâmica da banda é perfeita, sincronia perfeita. Eu queria que nesse disco tivesse a canção “Cavalgada”, pois o arranjo dela é divino. Alguém pode até me falar: Ah, mas a versão de “Cavalgada” ao vivo tem no disco do Pacaembú. Entendo, mas não é no vinil. Fiquei apaixonado por essa versão na primeira vez que vi no especial do Roberto de fim de ano.
Outro ponto alto desse disco é a comunicação de Roberto com o público. Roberto consegue fazer de um texto escrito, um diálogo com o público, bem espontâneo e natural. Eu praticamente decorei o texto desse show de tanto que eu ouvi. O primeiro contato com esse disco foi através de uma fita cassete (pirata), alguns anos depois comprei o LP. Um grande momento do disco é Roberto tocando violão em “Detalhes”, momento bem íntimo do show. Para mim é mais especial ainda pois nessa época eu começava a tocar violão. Várias vezes toquei junto com o disco. Esse disco contém a participação da cantora mirim Gabriela. O disco fecha com uma mensagem ecumênica. Confesso que na época eu muito imitei Roberto na sala dublando esse disco.

Trata-se do primeiro disco ao vivo de Roberto. O disco foi lançado em 1988 no meio do ano. O público foi presenteado então com um especial a mais. O especial foi composto de algumas partes do show no Canecão – Rio de Janeiro acompanhado de uma entrevista a Léo Jaime.
Era o show Detalhes. Aos mais atentos, era parecido com o especial de 1987. O streap tease poético relembrava os tempos da Jovem Guarda até o começo da década de 80. O medley sensual relembrando os sucessos dos anos 70 e 80 é acompanhado de um texto maravilhoso de Ronaldo Boscoli.
Os arranjos são do maestro Eduardo Lages.


Produção Mauro Motta
Arranjos e Regência Eduardo Lages
Textos Ronaldo Boscoli
Gravação e Mixagem – Roberto Marques

Fotos – Mircea Dordea (capa)

Gravado ao vivo no Canecão – Rio de Janeiro
Mixado nos Estúdios Transamérica – Rio de Janeiro
* Convidada Especial – Gabriela


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Roberto Carlos no Faustão 2012




Roberto Carlos arrebenta mais uma vez senhoras e senhores. Foi ao ar ontem pele Rede Globo o programa Domingão do Faustão mais do que especial, com a presença de Roberto Carlos. Se tem uma coisa, entre tantas que eu admiro no Faustão, uma é quando ele apresenta o convidado. Ele vai falando, a banda tocando e a gente na expectativa de ver o rei mais uma vez na TV. Eis que Roberto surge humilde, tímido, cumprimenta todas as atrizes que estão na pizzaria do Faustão e diante do microfone é aplaudido de pé. Já ataca com o novo sucesso Furdúncio. Emenda com um pout-pourri da Jovem Guarda. Pout-pourri esse que é um verdadeiro tabefe na cara de gente que andou falando que a banda do Roberto anda economizando nos arranjos, com medo de tocar... Perdão Roberto, eles não sabem o que falam.
Faustão sempre fala que todo mundo tem uma história com Roberto Carlos. E tem mesmo. Durante o programa várias personalidades e pessoas desconhecidas do grande público falaram do seu momento com Roberto Carlos. Pessoas que o conheceram pessoalmente, quem me conhece sabe que esse é o meu maior sonho.
Roberto Carlos faz parte do cotidiano das pessoas, seja fã ou não. Creio que em cada casa do Brasil tem pelo menos um disco de Roberto Carlos. Todo mundo tem alguma história relacionada com Roberto Carlos.
O programa de ontem seguiu com Detalhes, Proposta, entre outras.
Roberto recebeu ontem o Troféu Mario Lago e a homenagem da gravadora por 1,5 milhão de cópias vendidas do EP “Esse Cara Sou Eu”. Marca de alguns dias atrás, pois o álbum já vendeu mais de 2 milhões de cópias.
Não é a primeira vez que Roberto apareceu no Faustão. Roberto apareceu no Faustão em 1996, 1997, em 1998 o Faustão mandou uma repórter ir conferir o especial do Roberto daquele ano em que era gravado, foi tão rápido que eu não consegui colocar pra gravar. A volta do Roberto aos palcos em Recife foi acompanhada também, o show do aterro do Flamengo que resultou no disco ao vivo de 2002, a equipe do Faustão também estava lá. O lançamento do disco Acústico, Amor sem Limite, ou seja, se buscarmos na memória, o Faustão sempre está acompanhando Roberto Carlos.
Alguns vídeos já estão no you tube fazendo a alegria dos fãs. E terminamos o ano assim. Com Roberto embalando mais uma jovem tarde de domingo, “como nos velhos tempos” como o rei costuma dizer.



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O Especial de 2012


A noite de ontem foi marcada pela volta do especial do Roberto Carlos. Com o tema Reflexões, Roberto entra no palco com um cenário inovador, a paisagem do Rio de Janeiro e seus pontos turísticos. A banda estava organizada de uma maneira diferente. Do lado direito bateria, baixo, guitarras, do lado esquerdo metais, percussão, piano, um jeito diferente. Diferente também foi a maneira como os retornos foram colocados. As caixas com auto-falantes, mais conhecida no meio musical como “retorno”, ficam “cercando” Roberto. Essas caixas nesse ano foram colocadas mais inclinadas permitindo uma visão geral do Roberto e assim permitindo seus movimentos no palco.
Roberto cantou entre outras canções o pout-pourri do show Detalhes que está no 1º disco ao vivo de 1988. O pout-pourri só não acabou com a canção “Eu e Ela” de 1984. Em todos esses anos nos especiais do Roberto, alguns dos convidados eu jamais me interessaria em assistir um vídeo clipe que fosse. Mas quando aparece no especial do Roberto eu acabo assistindo, às vezes curto o dueto, às vezes não, às vezes demoro para assimilar e às vezes gosto tanto que gravo em um cd para mim. 



Michel Teló foi o primeiro convidado da noite. A primeira canção, ao contrário do que eu imaginava, foi “Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo” de 1979. Logo na introdução, Michel conta que quando tinha sete anos sua mãe colocou um terninho branco, uma camisa azul para ele cantar em homenagem ao pai. Mãe e pai estavam na plateia. Não sei se reparei demais, mas ele contou essa história com humildade, isso não significa que eu vá passar a admirar sua música, mas admirei sua atitude. Essa canção de 1979 foi o bastante para me levar às lágrimas, pois há exatos 22 anos, no dia de ontem dia 25 de dezembro meu pai era enterrado. O título Reflexões caiu como uma luva nesse momento. Depois foi a vez de “Ai Se Eu Te Pego” em dueto com Roberto. Foi a primeira vez que ouvi isso inteiro. Momento que foi compensado pelas duas gostosas Paloma Bernardi e Monique Alfradique que entraram para dançar. Roberto dançou com Paloma Bernardi e mandou ver no rastapé.
Algumas semanas antes do especial, vários sites e blogs dos amigos já diziam o que ia acontecer no especial. Confesso que foquei apenas nas fotos, pois não queria ler tudo antes de assistir. 



Em uma invasão no camarim eis que surgem as personagens da novela Cheias de Charme. Cida (Isabelle Drummond) a eterna Emília do nosso amigo e leitor Robert Moura, Rosário (Leandra Leal) Penha (Taís Araújo), além de Chayene (Cláudia Abreu) e Socorro (Titina Medeiros) em um diálogo com as letras das canções de Roberto, disputam o rei entre si. No palco “É Meu, É Meu, É Meu”, canção do álbum O inimitável Roberto Carlos de 1968. No final Chayene rouba um beijo de Roberto. 



Ainda na categoria convidados Seu Jorge canta ao lado do rei “As Curvas da Estrada de Santos” do disco de 1969. Logo em seguida é a vez de “Amiga da Minha Mulher”. No momento em que Roberto canta a estrofe dá pra ver que Roberto conduz uma música rápida com a métrica da letra com muita desenvoltura e milimetricamente falando.
Arlindo Cruz é um cara em que eu presto atenção, pois quando ele fala sinto muita espiritualidade vindo dele. Em dueto com Roberto ele canta “O Homem” do disco de 1973. Também cantam “Meu Lugar”.
DJ Memê transforma o palco e cenário do especial em uma... pista de dança? Pois é amigos, Roberto Carlos em remix. “Fera Ferida” do disco de 1982 em uma nova roupagem. E que roupagem senhoras e senhores. Se a molecada vai passar a curtir Roberto depois do cd previsto para o ano que vem só com remixes eu não sei, mas eu gostei. Porém é estranho ver Roberto sem banda no palco, assim como Elvis Presley.
Foi especial também a canção nova “Esse Cara Sou Eu” em que as cenas alternavam entre Roberto no palco do especial, cenas da novela, os atores da novela na plateia e... Roberto no palco do Maracanãzinho. Roberto também cantou a canção “Furdúncio” feita em parceria com Erasmo Carlos.
O especial terminou com “Jesus Cristo” do disco de 1970 e o tradicional momento da distribuição de rosas.
Exatamente agora quando o relógio marca cinco horas da manhã do dia 26, alguns vídeos já estão sendo colocados no you tube. Não por mim. Como eu havia falado na postagem de segunda feira dia 17 de dezembro, “...na semana seguinte do especial já é possível encontrar nas melhores barracas do ramo o DVD do especial. Graças a alguma iluminada alma que grava e depois disponibiliza.”.
A maratona de fim de ano continua no próximo domingo dia 30 de dezembro com Roberto participando no programa Domingão do Faustão. 



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